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Policial  |  Quarta, 16 de Outubro de 2019, 09h15min

Operação que mira fraude em licitações cumpre 11 mandados de prisão

Policiais civis e agentes da Receita Federal estão nas ruas na manhã desta quarta-feira (16) buscando os alvos.

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Fonte: G1
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Operação que mira fraude em licitações cumpre 11 mandados de prisão

Policiais civis estão nas ruas, na manhã desta quarta-feira (16), cumprindo 11 mandados de prisão temporária. A ação mira fraude em licitações e ocorre em oito cidades do Paraná.

Empresários, "laranjas" e funcionários públicos estão entre os alvos. Ordens judiciais são cumpridas em prefeituras de municípios da região oeste.

Há mandados de prisão contra três servidores da Prefeitura de Missal. O G1 tenta contato com a administração municipal de Missal.

A operação é comandada pela Polícia Civil de Foz do Iguaçu e de Cascavel, no oeste do estado, em parceira com a Receita Federal e com a 1ª Promotoria de Medianeira.

26 mandados de busca
Além das ordens de prisão, há 26 mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a associação criminosa causou prejuízo aos cofres públicos do Paraná de várias maneiras, com as fraudes nos processos licitatórios.

Até a publicação desta reportagem, não havia sido informado o número de alvos que já tinham sido localizados.

Onde são cumpridas as ordens judiciais?
Missal
Cascavel
Terra Roxa
Guaíra
Diamante do Sul
Pérola D’Oeste
Roncador
Catanduvas

Irregularidades
A Polícia Civil informou que as investigações, que culminaram na deflagração da operação nesta quarta-feira, começaram em março.

A suspeita é de que houve irregularidades na aquisição de peças de reposição de máquinas pesadas da frota de veículos da Prefeitura de Missal, conforme a Polícia Civil.

O que foi apurado até o momento, segundo a Polícia Civil, é que peças remanufaturadas foram recebidas como novas. De acordo com a Polícia Civil, houve também superfaturamento de preços e pagamento de peças que não eram entregues ou utilizadas.
Falso rodízio nas licitações
O grupo criminoso criava empresas de fachada em nome de "laranjas" para, conforme a Polícia Civil, fazer um falso rodízio os participantes de cada licitação.

Contudo, era a mesma empresa que há anos fornecia pelas a determinadas cidades, segundo a Polícia Civil. Dessa maneira, de acordo com a Polícia Civil, as práticas criminosas foram perpetuadas e os investigados enriqueceram ilicitamente.

Foto: Alan Medeiros/RPC
Foto: Polícia Civil/Divulgação
Foto: Polícia Civil/Divulgação

Fonte: G1

 
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